Entre os principais credores estão a BTG Pactual, Santander, Banco do Nordeste, Bradesco e Itaú Unibanco, com quase R$900 milhões.

O Grupo Aço Cearense deu início ao pedido de recuperação judicial no dia 4 de maio. A dívida de cerca de R$2 bilhões, conforme divulgada pela Coluna do Broad (Estadão), é resultado de endividamentos realizados, em 2002, com foco em investimentos, quando a economia apontava um cenário otimista.

Segundo o presidente do Grupo, Vilmar Ferreira, por meio de comunicado divulgado pela empresa, “seguindo o padrão que sempre norteou as decisões do Grupo Aço Cearense, foi indispensável buscar uma recuperação judicial diferenciada, preventiva e responsável, tendo como premissa a saúde financeira e operacional do Grupo”.

A empresa espera preservar os empregos dos atuais 3.800 colaboradores, continuar as operações e a sustentabilidade das operações, ao mesmo tempo em que elabora um plano de pagamento de todas as dívidas.

Entre os principais credores estão a BTG Pactual, Santander, Banco do Nordeste, Bradesco e Itaú Unibanco, com quase R$900 milhões.

“Ao optar por tal decisão, o Grupo Aço Cearense reforça sua premissa básica de não abrir mão da transparência e da lealdade com as quais sempre baseou suas ações, mantendo a filosofia de uma empresa séria e consciente de seu papel para com a sociedade”, disse Ferreira.

O Grupo Aço Cearense atua há 37 anos no mercado siderúrgico brasileiro. Com uma carteira de 22 mil clientes ativos em todo o país, é líder regional do setor, com capacidade produtiva de 1.000.000 t/ano de aço e um faturamento de R$ 1,9 bilhões em 2016.

 

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