Considerando apenas minérios, as exportações totalizaram US$ 12,3 bilhões, uma participação de 11,4% nas exportações brasileiras e de 54% nas exportações do setor mineral.

Pouco depois da notícia sobre o impacto positivo do minério de ferro e dos semimanufaturados de ferro, aço e ferro fundido na balança comercial do semestre, o setor mineral (mineração e a indústria da transformação mineral) apresenta agora um superávit de US$ 11,5 bilhões, contabilizando exportações de US$ 22,6 bilhões e importações de US$ 11,1 bilhões.

Os resultados apresentados pelo Ministério de Minas e Energia (MME) na tarde da terça, 11, mostram ainda que a participação das exportações do setor mineral, no total das exportações brasileiras (US$ 107,7 bilhões), foi de 21%.

Considerando apenas minérios, as exportações totalizaram US$ 12,3 bilhões, uma participação de 11,4% nas exportações brasileiras e de 54% nas exportações do setor mineral. Com relação ao mesmo período de 2016, o crescimento foi da ordem de 64%. Segundo o MME, o percentual foi influenciado pela recuperação dos preços das principais commodities da mineração, especialmente o minério de ferro, que registrou também aumento do volume exportado.

O minério de ferro participou com 82% do total da receita gerada com as vendas externas de minérios; 44% do Setor Mineral e 9,3% das exportações brasileiras. Segundo o órgão, embora registradas no comércio da transformação mineral, merecem ser destacadas as exportações de ouro e nióbio (ferro-nióbio) que registraram, no período em consideração, o total de US$ 1,4 bilhão e US$ 766,8 milhões, respectivamente.

Já as importações da mineração totalizaram US$ 3,9 bilhões, apresentando crescimento de 53%, justificado pelo aumento, tanto em volume como valor, das importações de carvão metalúrgico e potássio.

Com informações do Ministério de Minas e Energia.

 

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