Consumo de produtos siderúrgicos cresce 3,7%

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Importações e exportações também tiveram altas expressivas de janeiro a julho de 2017. Foto: Divulgação / Instituto Aço Brasil.

De acordo com o Aço Brasil, consumo de produtos siderúrgicos aumentou, assim como as importações e exportações, que foram alavancadas pela Companhia Siderúrgica do Pecém.

Nos primeiros sete meses do ano, segundo o Instituto Aço Brasil, as indústrias nacionais produziram 19,6 milhões de toneladas de aço bruto, um aumento de 10,6% quando comparado com o mesmo período de 2016. Apesar da alta na produção, as vendas internas somaram 9,5 milhões de toneladas, apontando uma queda de 1,3% em relação ao mesmo período de 2016.

No que diz respeito ao consumo dos produtos siderúrgicos, o país registrou um crescimento de 3,7% no comparativo, com o valor de 10,9 milhões de toneladas registrados de janeiro a julho de 2017. As importações registraram um crescimento de 66,5% no acumulado de janeiro a julho de 2017 em relação ao mesmo período de 2016, com um total de 1,4 milhão de toneladas. Esse volume resultou em US$ 1,3 bilhão de importação, uma alta de 42,4% na mesma base de comparação.

Já as exportações de produtos siderúrgicos nacionais foram de 8,4 milhões de toneladas no acumulado do ano até julho. O valor representa um crescimento de 44,1% em relação ao comparativo de 2016. Segundo o Instituto Aço Brasil, os resultados das exportações foram impactados pelo início das atividades da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) no final de 2016. Grande parte da produção da CSP é destinada ao mercado externo. “Assim, os números acabam inflados pela diferença na base de comparação”, afirma Instituto.

“Importante ressaltar que a Companhia Siderúrgica do Pecém iniciou suas operações no segundo semestre do ano passado. Dessa forma, ao analisar a variação dos indicadores de 2017 e comparar com os respectivos períodos do ano anterior, quando a CSP não estava no mercado, há superestimação das variações positivas nos dados de produção de aço bruto e semiacabados. A partir do segundo semestre de 2017, essas distorções irão se reduzir um pouco a cada mês”, informa o Instituto Aço Brasil.

 

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