Desenvolvimento Sustentável é pauta em congresso

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Cloves Carvalho, diretor do Instituto Votorantim - Foto: Netun.

Painel realizado no Congresso Brasileiro de Mineração abre espaço para sustentabilidade.

O Congresso Brasileiro de Mineração, que acontece no Expominas (Belo Horizonte, MG), discutiu no dia 19, a implantação dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU), no painel “Implementação dos ODS: como as partes interessadas no setor de mineração se prepararam para lidar com os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”.

O painel teve a presença de representantes da Fundação Votorantim, da Fundação Vale e também da Fundação Anglo American. O debate foi mediado pelo economista da Columbia University, dos Estados Unidos, Nicolas Maennling.

Segundo a representante do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Maristela Marques Baioni, as ODS’s são importantes para que o setor passe a se comunicar mais com a comunidade. “O Programa não está completamente delineado, pois queremos que seja algo participativo não apenas entre as empresas, mas também entre os governos envolvidos”, afirmou.

Ela explicou que o projeto passa ainda por reuniões entre as empresas, e que em dezembro deve haver uma última reunião, dessa vez envolvendo representantes dos governos de Minas Gerais, Bahia e Goiás, estados escolhidos para a implantação do projeto.

O diretor-presidente do Instituto Votorantim, Cloves Carvalho, explicou que a fundação foi idealizada justamente para criar uma interação entre sociedade e mineradora. “Nós tivemos que encontrar uma linguagem para com as comunidades, e essa experiência das ODS’s nos ajuda com isso. Agora o nosso desafio está em priorizar nossas ações”.

Para definir melhor as prioridades dessas fundações, Maristela Baioni explicou que as ODS’s foram desenvolvidas com base em três princípios. O primeiro é o da integração, que objetiva conectar todos os 17 pontos; o segundo é o da universalidade, que segue tendências de outros países; e o terceiro é o princípio, conforme dito por Baioni, de “não deixar ninguém para trás”, que diz respeito à inclusão de todas as comunidades que são envolvidas na atividade minerária.

 

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