Cidades produtoras de minério e petróleo caem no PIB

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Foto: Reprodução AFP.

Pesquisa do IBGE diz respeito ao ano de 2015; Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo foram os estados que mais perderam municípios no ranking.

Uma pesquisa divulgada na quarta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que municípios produtores de minério e petróleo caíram no Produto Interno Bruto (PIB) de 2015.

Os dados são comparados em relação aos resultados de 2014. Segundo a pesquisa, o estado de Minas Gerais que é um dos maiores produtores minerais do país, reduziu o número de suas cidades no raking. O estado tinha, até então, oito municípios entre os 100 mais ricos do Brasil, e o número foi reduzido para seis em 2015.

Cidades que eram consideradas fundamentais para o setor foram retiradas da lista, a exemplo de Ipatinga, onde a Usiminas opera suas usinas e que faz parte do chamado Vale do Aço. Outra que caiu foi Nova Lima, que sozinha compreende seis minas da Vale.

Já o estado do Rio de Janeiro, que é o maior produtor nacional de petróleo, perdeu uma cidade no raking, ficando com 12. São João da Barra, no norte do Estado, rica em royalties e que abrigou o projeto do Porto do Açu, de Eike Batista, ocupava a nonagésima sexta posição no ranking em 2014. A cidade de Campos dos Goytacazes foi, por muitos anos, uma das maiores arrecadadoras de royalties do estado carioca e, na pesquisa, caiu para a 20ª posição.

São Paulo manteve todas as cidades que já estavam no ranking de 2014, porém elas caíram de posição, o mesmo aconteceu no estado do Pará. São 34 cidades do estado paulista e duas do Pará. A cidade de Santos (SP) caiu três posições no ranking e ficou no 42º lugar. Paraupebas (PA), que abriga um segmento da mina de Carajás, da Vale, caiu da posição 52, registrada em 2014, para 79 em 2015.

Já o Espírito Santo, que é o terceiro maior produtor de petróleo do país, tinha quatro cidades no ranking das mais ricas em 2014 e ficou com três em 2015. A cidade de São Paulo ocupou a primeira posição da lista, seguida do Rio de Janeiro.

 

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