Maior parte das empresas contratadas para geração é de energia renovável.

Nesta segunda-feira (18), a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) realizou o 25º Leilão de Energia Nova (A-4), que movimentou R$ 5,6 bilhões em contratos. O valor é equivalente a 39.113.822,400/MWh de energia. O montante gerado foi menor que o esperado, o que é bom para o bolso do brasileiro, que ia pagar caro pela energia.

O leilão de energia nova tem como finalidade atender ao aumento de carga das distribuidoras. Neste caso são vendidas e contratadas energia de usinas que ainda serão construídas dentro de um prazo de quatro anos (A-4).

Segundo o CCE, as negociações foram realizadas com um preço médio 54,65% abaixo do teto estabelecido antes do leilão. O valor médio ficou em R$ 144,51/ MWh, e essa queda no valor de venda representa uma economia de R$ 6,8 bilhões para os consumidores de energia.

Ao todo, 25 empresas de geração de energia foram contratadas. Entre os empreendimentos estão uma pequena hidrelétrica – PCH (5 MW médios), uma central de geração hidrelétrica – CGH (0,8 MW médio), uma térmica movida a biomassa (8,6 MW médios), duas usinas eólicas (35,6 MW médios) e outras 20 usinas solares fotovoltaicas (170,2 MW médios), o que soma 220,2 MW médios de energia contratada.

Os estados com os empreendimentos contratados foram o Piauí (8 usinas), Pernambuco (5 usinas), Bahia (4 usinas), São Paulo (3 usinas), Rio Grande do Norte (2 usinas) e Mato Grosso, Espírito Santo e Goiás (1 usina, cada). Os projetos cujo acordo foi firmado no leilão irão iniciar o fornecimento de energia elétrica a partir de 1º de janeiro de 2021.

Com informações da CCEE.

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