Números seguem os critérios da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e da Society of Petroleum Engineers (SPE).

Em 2017 as reservas provadas de óleo da Petrobras chegaram a 12,415 bilhões de barris de óleo equivalente (boe), sendo que em 2016 o número foi de 12,514 bilhões de boe, segundo informações da agência de notícias Reuters.

No fim do ano passado os volumes de estoque provadas de óleo e condensado somaram 10,533 bilhões de barris. Já os volumes de gás natural somaram 299,512 bilhão de metros cúbicos. Esses dados ficaram dentro dos critérios da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e da Society of Petroleum Engineers (SPE).

Devido à perfuração de novos poços e melhor comportamento dos reservatórios no pré-sal das bacias de Santos e Campos, a empresa conseguiu repor 89% do volume produzido, mesmo com o recorde de produtividade em 2017.

A Petrobras destacou, segundo informações da Reuters, que a ligação entre o volume de reservas e o volume produzido é de 13,5 anos, sendo que no Brasil é de 13,7 anos.

Já de acordo com o critério de autarquia do mercado de capitais nos EUA (SEC), no fim do ano passado as reservas de óleo, condensado, e gás natural da petrolífera alcançaram 9,752 bilhões de boe. Sendo que em 2016 o marco foi de 9,672 bilhões de boe.

A diferença dos critérios entre a ANP/SPE e SEC é o preço do petróleo considerado no cálculo da viabilidade econômica das reservas.

A empresa ressaltou que se submete à certificação de pelo menos 90% das reservas provadas segundo os critérios do SEC. No momento ela tem o certificado de DeGolyer and MacNaughton (D&M).

Com informações da Reuters.

 

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