O prazo para pagamento da dívida irá se estender de 26 para 45 meses.

A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) fechou nesta quinta-feira (1º) um acordo com o Banco do Brasil (BB) para o alongamento das suas dívidas, conforme fato relevante divulgado pela empresa.

Esse processo também está em discussão com representantes da Caixa Econômica Federal e o diretor do banco já está favorável às condições do alongamento, conforme informações do jornal Valor Econômico.

A dívida da CSN com os bancos estatais corresponde a 49% do total devido, correspondendo a aproximadamente R$ 14 bilhões. No final do terceiro trimestre do ano passado, esse valor era de R$ 28,3 bilhões.

O prazo da dívida com o BB passa de 26 para 45 meses. De 2018 a 2020, a siderúrgica irá amortizar R$ 4,4 bilhões do valor principal da dívida, ante a R$ 10,3 bilhões previstos nos contratos anteriores. Já em 2018 e 2019 será R$ 1,5 bilhão em cada ano e R$ 1,4 bilhão em 2020.

O maior valor de amortização ficará de 2021 a 2024, aproximadamente R$ 9,8 bilhões. Em 2021 e 2022 serão pagos R$ 2,8 bilhões em cada ano, em 2023, R$ 2,9 bilhões e em 2024, R$ 1,3 bilhão.

De acordo com informações da CSN, o fechamento do acordo depende de assinaturas de instrumentos definitivos, cumprimento de certas condições precedentes, aprovações societárias pela companhia e aprovações dos bancos.

 

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