Empresa também elevou o fluxo de caixa para 93%, a US$ 4,9 bilhões.

De acordo com o relatório financeiro de 2017 divulgado pela Anglo American, a empresa reduziu em 47% sua dívida líquida, que é agora de US$ 4,5 bilhões. Outra novidade foi o aumento de 93% do fluxo de caixa, chegando a US$ 4,9 bilhões.

Esse resultado, segundo a companhia, foi devido ao progressivo crescimento da produtividade, que só no ano de 2017 foi de 28%. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA) foi de US$ 1,1 bilhão.

De acordo com o presidente global do Grupo Anglo American, Mark Cutifani, a empresa superou a meta de melhoria de custos e volume para o ano. “Ao longo dos últimos cinco anos, já entregamos um aumento de US$ 4,2 bilhões anuais de EBITDA. Embora já tenhamos conduzido uma reviravolta operacional significativa, acreditamos que há uma vantagem adicional relevante no negócio, tanto por meio de outros ganhos operacionais quanto por selecionadas opções de crescimento orgânico”, afirmou.

O executivo ainda completa que, como parte da forma de administrar o negócio, a previsão de melhorias é de US$ 3-4 bilhões até 2022, por meio de volumes de produção, melhorias de produtividade e redução de custos.

Produção

Em 2017, o sistema Minas-Rio teve uma produção 4% maior do que em 2016. No último ano foram produzidas 16,8 milhões de toneladas de minério de ferro, sendo que em 2016 foram 16,1 milhões.

O sistema ainda está focando na obtenção da Licença de Operação da Etapa 3, que permite acessar toda a área de minério bruto e chegar a capacidade nominal de 26,5 milhões de toneladas.

A produção de níquel conjunta de Barro Alto e Codemin foi de 43.800 toneladas no ano passado, sendo 2% menor que 2016, que foi de 44.500 toneladas. Isso ocorreu devido a instabilidade registrada na fundição das operações em fevereiro de 2017.

 

*Sob supervisão de Sara Lira

 

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