Apesar do plano americano de impor tarifas sobre as importações de aço e alumínio, país consegue bons resultados nas exportações.

As exportações da China apresentaram um salto mais rápido em três anos em fevereiro, o que indica que a economia doméstica quanto global continua resiliente mesmo se relações comercias com os Estados Unidos se abalem.

Segundo informações da agência de notícias Reuters, as exportações chinesas no mês passado subiram 44,5% em comparação com o ano anterior, sendo acima das expectativas de analistas, de aumento de 13,6% e do ganho de 11,1% em janeiro, conforme dados oficiais.

Já as importações cresceram 6,3%, o que fica abaixo da expectativa de 9,7%, contra um salto de 36,9% em janeiro.

Na base anual, as exportações cresceram 24,4% entre janeiro e fevereiro, contra 10,8% em dezembro de 2017. Os ganhos aconteceram apesar de um iuan mais forte, o que leva preocupação aos exportadores do país.

“A recuperação nos principais mercados exportadores da China pode explicar parte dos motivos pelos quais as exportações da china ainda estão bastante fortes”, disse Betty Wang, economista Sênior do ANZ.

Importações

As importações de petróleo, minério de ferro e cobre da China apresentaram um aumento na comparação anual de fevereiro, de acordo com a Administração Geral de Alfândega do país.

No mês passado, as compras de petróleo bruto avançaram anualmente 1,5%, sendo 32,26 milhões de toneladas. As importações de minério de ferro aumentaram 0,9%, com 84,27 milhões de toneladas, já as de cobre tiveram um acréscimo de 3,5% correspondente a 352 mil toneladas.

No primeiro bimestre de 2018, as importações chinesas de petróleo registraram crescimento anual de 11%, a 72,9 milhões de toneladas, o minério de ferro foi de 5,4% com 184,74 milhões de toneladas e o cobre com 9,8%, totalizando 794 mil toneladas.

A China exportou 37 mil toneladas de petróleo bruto em fevereiro, sendo 26% menos perído de 2017. No acumulo do primeiro semestre houve queda de 19% nas compras de petróleo, com total de 435 mil toneladas.

Com informações da Reuters

*Sob supervisão de Sara Lira

 

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