S11D, da Vale, deve registrar uma produção de 22 milhões de toneladas no seu primeiro ano de operações.

Neste mês, o Complexo S11D Eliezer Batista completou um ano de operação. O projeto da Vale é destinado à extração e beneficiamento de minério de ferro, e tem a estimativa de produzir 22 milhões de toneladas da commodity em 2017.

Segundo comunicado divulgado pela Vale, entre janeiro e novembro, o sistema registrou uma produção de 6,5 mil de toneladas por hora para uma capacidade de 8 mil de toneladas por hora. A expectativa de produção para o ano que vem é de 50 a 55 milhões de toneladas. Já para 2019, a previsão é de 70 a 80 milhões, atingindo a capacidade de 90 milhões de toneladas em 2020.

O S11D conta com mina, usina e logística ferroviária e portuária. Para ser implementado, o projeto teve um investimento de US$ 14,3 bilhões. Segundo a mineradora, US$ 6,4 bilhões estão sendo aplicados na implantação da mina e da usina e US$ 7,9 bilhões referem-se à construção de um ramal ferroviário de 101 quilômetros, à expansão da Estrada de Ferro Carajás (EFC), com obras no Maranhão e Pará, e à ampliação do Terminal Marítimo de Ponta da Madeira, em São Luís (MA).

“No terceiro trimestre deste ano, as obras de todo o S11D, incluindo mina, usina e logística associada, alcançaram 92% de avanço físico consolidado, sendo composto por 99% na mina e 86% na logística”, disse a companhia. A Vale afirma ainda que esse é o maior investimento privado realizado no Brasil nesta década.

“As operações da Vale em Minas Gerais também foram beneficiadas, já que parte do minério nelas produzido vem sendo misturado (blending) com o minério do Sistema Norte, composto pelas minas do S11D e Carajás, favorecendo a competividade do minério brasileiro no mercado internacional”, completou a mineradora.

 

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