Buscas chegam ao 20º dia nesta quarta-feira (13).

As mortes pelo rompimento da barragem da mina Córrego do Feijão, da Vale, em Brumadinho (MG), no dia 25 de janeiro, chegam a 165. O número não mudou desde a última segunda (11). O levantamento foi passado pelo Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, no final da manhã desta quarta (13). Destas, 160 já foram identificadas. No total, 155 continuam desaparecidas.

O trabalho das equipes se torna cada vez mais difícil com o passar do tempo. A lama superficial já seca só possibilita as buscas através de máquinas, que removem a terra à procura de corpos. Como a área é muito extensa, o trabalho é demorado e delicado.

A barragem despejou cerca de 12 milhões de metros cúbicos de rejeitos no meio ambiente, atingindo principalmente a área administrativa da mineradora e o refeitório, onde acredita-se que sejam encontradas mais vítimas, uma pousada, comunidades próximas e o Rio Paraopeba, um dos principais cursos d’água de Minas.

As buscas continuam sendo feitas por um efetivo de 327 pessoas, sendo 150 do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, 64 da Força Nacional, 94 bombeiros militares de outros estados e 19 voluntários. O trabalho também conta com o auxílio de helicópteros, máquinas e caminhões, além de cães farejadores.

 

 

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