Nova aprovação feita nesta quinta-feira (14) eliminou algumas barreiras dos pequenos produtores de energia limpa.

A União Europeia (UE) concordou em aumentar a participação das energias renováveis na produção do bloco para 32% até 2030. A meta é maior do que a prevista anteriormente, mas não foi desejada por alguns dos governos e pelo Parlamento Europeu.

“Este acordo é uma vitória difícil em nossos esforços para destravar o verdadeiro potencial da Europa para a transição rumo à energia limpa”, disse no Twitter o comissário de Clima da UE, Miguel Arias Canete.

A lei aprovada exige a eliminação gradual do uso do óleo de palma, importação importante do Sudeste Asiático, até 2030. Outra medida foi a eliminação de algumas barreiras aos pequenos produtores de energia renovável.

As medidas visam ajudar a UE a atingir sua meta global de reduzir as emissões de CO2 para até menos de 40% abaixo dos níveis de 1990 até 2030, seguindo o Acordo de Paris, para manter o aquecimento global abaixo de 2 graus.

O comissário de Clima inicialmente propôs uma meta de 27% para a participação das energias renováveis, que havia sido apoiado pelos Estados membros.

O marco subiu após um encontro que ocorreu no dia 11 de junho, em que um grupo de líderes da UE pressionou pelo objetivo mais ambicioso, que era rejeitado pelo representante da Alemanha, alegando ser inviável.

O bloco já trabalha com uma meta de 20% de renováveis até 2020. Especialistas têm defendido que a forte queda no custo da energia limpa já permitiria metas mais ambiciosas sem aumento de custos.

Com informações da Reuters

*Sob supervisão de Sara Lira

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