A Vale informou na noite desta segunda-feira (26/01) que suspendeu as operações nas unidades produtivas de Fábrica e Viga, localizadas em Minas Gerais, após receber um ofício da prefeitura de Congonhas determinando a suspensão dos alvarás de funcionamento das atividades.
A medida foi adotada após o extravasamento de uma cava da mineradora na madrugada de domingo, episódio que resultou no alagamento de áreas da CSN Mineração, na unidade Pires, em Ouro Preto (MG).
Segundo a Vale, além da paralisação das operações, o município determinou a adoção de medidas emergenciais de controle, monitoramento e mitigação ambiental. A companhia reiterou que seus guidances permanecem inalterados e afirmou que as barragens da região seguem com condições de estabilidade e segurança inalteradas.
As duas unidades afetadas possuem produção combinada de cerca de 8 milhões de toneladas por ano, o que representa aproximadamente 2,4% do volume médio do guidance de minério de ferro da Vale para 2026.
Confira a nota na íntegra:
Em continuidade aos comunicados ao mercado realizados hoje, a Vale informa que recebeu ofício da Prefeitura Municipal de Congonhas, por meio do qual foram determinadas a suspensão de alvarás de funcionamento das atividades da Vale atreladas às referidas permissões nas unidades de Fábrica e Viga, bem como a adoção de medidas emergenciais de controle, monitoramento e mitigação ambiental pela Companhia.
A Vale reitera seu compromisso com a segurança das pessoas e de suas operações, esclarecendo que suas barragens na região seguem com condições de estabilidade e segurança inalteradas, sendo monitoradas 24 horas por dia, 7 dias por semana.
A Companhia suspendeu operações nas unidades mencionadas e irá se manifestar tempestivamente sobre as ações demandadas, colaborando integralmente com as autoridades competentes e prestando todos os esclarecimentos necessários. A Companhia reforça que seus guidances seguem inalterados, conforme divulgados no Formulário de Referência da Companhia.









