A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) encerrou 2025 com receita líquida de R$ 44,8 bilhões, avanço de 2,5% em relação a 2024, em um ano marcado por desempenho operacional mais forte em mineração e logística. O EBITDA ajustado anual somou R$ 11,8 bilhões, crescimento de 15,3% na comparação anual, com margem de 25,1%.
Apesar da melhora operacional e do avanço na geração de caixa, a companhia registrou um prejuízo líquido de R$ 1,5 bilhão no acumulado do ano, refletindo pressões financeiras e desafios em parte das operações industriais.
No quarto trimestre de 2025, a CSN registrou prejuízo líquido de R$ 721,2 milhões, revertendo o lucro obtido no trimestre anterior. O desempenho foi impactado principalmente pela ociosidade operacional e perdas de estoques associadas à parada do alto-forno 2 na siderurgia.
Mesmo com o resultado negativo no trimestre, a companhia apresentou EBITDA ajustado de R$ 3,3 bilhões entre outubro e dezembro, com margem de 27,8%, enquanto a receita líquida trimestral alcançou R$ 11,4 bilhões.
Mineração e logística sustentam desempenho
De acordo com a CSN, o crescimento do EBITDA ao longo de 2025 foi impulsionado principalmente pelo desempenho mais robusto das operações de mineração e logística, além de iniciativas de eficiência operacional e controle de custos.
Esses fatores ajudaram a compensar os impactos negativos enfrentados pela siderurgia, incluindo paradas operacionais e menor utilização de capacidade produtiva em determinados períodos do ano.










