Pedra de 1.109 quilates encontrada há dois anos em Botswana, pela canadense Lucara Diamond Corp, tem pelo menos 2,5 bilhões de anos.

O maior diamante bruto do mundo foi vendido por US$ 53 milhões na segunda-feira, 26, no Canadá. A pedra de 1.109 quilates, com tamanho semelhante ao de uma bola de tênis, foi vendida pela mineradora canadense Lucara Diamond Corp à empresa britânica Graff Diamonds por US$ 47.777 o quilate.

A companhia conseguiu um preço ainda melhor que a maior oferta recebida para o diamante em um leilão da Sotheby’s em junho de 2016, disse o presidente-executivo da Lucara, William Lamb. A expectativa era de que colecionadores milionários, que compram e vendem obras de arte preciosas, se interessassem também por um diamante em estado bruto. No entanto, os lances não atingiram o preço de reserva do leilão e o diamante não foi vendido.

A pedra, chamada “Lesedi La Rona”, ou “Nossa Luz” na língua nacional de Botswana, onde foi extraída na mina Karowe de Lucara em novembro de 2015, possui entre 2,5 a 3 bilhões de anos de existência.

O diamante em estado bruto é o segundo maior do mundo, ficando atrás apenas do Cullinan, que, com 3.106,75 quilates, foi cortado em 105 diamantes. Alguns deles estão em joias da Coroa britânica.

 

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