Fernando Coelho Filho e outros sete saíram dos postos para concorrer a cargos nas eleições de 2018.

Nesta sexta-feira (6), sete ministros foram exonerados pelo presidente Michel Temer. Entre eles estão o de Minas e Energia, Fernando Coelho, e o do Planejamento, Dyogo Oliveira. O motivo é a reforma ministerial que antecede o prazo de desincompatibilização daqueles que irão concorrer a algum cargo nas eleições deste ano.

A exoneração foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta. Os outros são: Mendonça Filho (Educação), Osmar Terra (Desenvolvimento Social), Leonardo Picciani (Esporte), Sarney Filho (Meio Ambiente) e Marx Beltrão (Turismo).

Já o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, ainda não foi exonerado. Uma das expectativas é que ele concorra ao cargo de presidência da República pelo MDB. Para concorrer nas eleições, os ocupantes de cargos no Executivo devem deixar seus postos até o dia 7 de abril.

Substitutos

De acordo com informações da agência de notícias Reuters, o secretário-executivo Esteves Colnalgo assumirá o lugar de Dyogo, que assumirá a presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Já fontes ouvidas pela Reuters afirmam que, para o Ministério de Minas e Energia, Temer deve indicar o atual ministro da Secretaria Geral da Presidência, Moreira Franco.

Na quinta-feira (5) foram definidos o ministro da Integração, que será Antônio de Pádua, secretário de Recursos Hídricos. Vinícius Lemmertz, presidente da Embratur, será o ministro do Turismo.

Com informações da Reuters.

 

 

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