Relatório mostra que utilização do combustível não provocou impactos negativos nos motores.

O relatório dos testes para validação da utilização de misturas com Biodiesel B10 em motores e veículos foi concluído nesta semana pelo Ministério de Minas e Energia (MME). De acordo com nota publicada pela pasta na segunda-feira (30/4), os estudos avaliaram a eficiência e o impacto nos motores do aumento do aumento na concentração de biodiesel para 10%.

Segundo o documento, não houve qualquer problema reportado pelas empresas durante seus ensaios dentro da planilha de testes previamente aprovada.

A maior parte dos testes foi realizada ao longo de 2017 e a definição do biodiesel utilizado considerou o histórico do perfil de matérias-primas utilizadas. Dessa forma, dois padrões  que representam o biodiesel brasileiro foram definidos. O primeiro é o biodiesel produzido exclusivamente com óleo de soja. O segundo incorpora em sua composição 30% de gordura animal, principalmente o sebo bovino.

O fornecimento desse biocombustível para as misturas foi realizado por usinas autorizadas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para a produção de biodiesel e que já operam regularmente no fornecimento do produto para a mistura obrigatória. Ou seja, é o combustível já comercializado no país.

B10

O novo percentual foi adotado em março deste ano, quando o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) decidiu antecipar em um ano a composição de 10% de biodiesel ao óleo diesel vendido ao consumidor final (B10).

 

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