Reajuste passa dos 10% devido ao aumento dos preços no mercado internacional.

No último dia 12, a Usiminas divulgou novo comunicado ao mercado. Em nota, a empresa informou a implementação de um reajuste de 10,7% no preço dos produtos laminados a quente para a sua rede de distribuição, o qual entrará em vigor nos próximos dias.

Segundo a companhia, o reajuste “é reflexo da recuperação de preços no mercado internacional em razão do aumento da demanda de aços planos no exterior”.

Acompanharam o movimento positivo as demais siderúrgicas: CSN (representando alta de 1,16%), Gerdau (representando alta de 0,73%) e Metalúrgica Gerdau (representando alta de 1,14%). No dia 11, as ações da CSN dispararam 6,46%, encerrando a sessão como a maior alta do Ibovespa.

Especialistas acreditam que o reajuste da Usiminas pode vir de uma expectativa da empresa de que o baixo nível de prêmio (ou diferença de valor entre aço nacional e importado) dos preços domésticos poderia criar espaço para a implementação de altas de preços do aço no mercado brasileiro.

O preço de laminados a quente na China subiram para US$ 60 a tonelada (+14%) desde o começo de junho. Caso essa baixa nos preços internos se mantenha, a mudança pode significar uma oportunidade de ganho para a Usiminas.

 

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