A mina de bauxita da Hydro em Paragominas, no Pará, alcançou em 2025 o melhor resultado de segurança operacional de sua história. A unidade da Mineração Paragominas registrou zero acidentes fatais e nenhuma lesão incapacitante ao longo do período, consolidando um desempenho inédito em uma operação classificada como Grau 4 de risco em segurança do trabalho.
Os indicadores de Primeiros Socorros (FAC), Eventos Reportáveis (TRI) e Incidentes de Alto Risco (HRI) também atingiram os menores níveis já registrados pela empresa. O resultado foi alcançado em uma operação considerada complexa, que funciona 24 horas por dia e reúne mais de 3 mil empregados.
Segundo Cícero Viana, gerente sênior de Saúde, Segurança e Meio Ambiente da Mineração Paragominas, os números refletem o fortalecimento da cultura preventiva dentro da companhia.
“Em 2025, a Mineração Paragominas consolidou o melhor desempenho em segurança de sua história, um feito importante para uma operação classificada como grau 4 pelos critérios de segurança do trabalho. Os indicadores de FAC, TRI e HRI nunca estiveram tão baixos, comprovando a efetividade das ações de prevenção e proteção”, afirmou.
De acordo com o executivo, o resultado também está ligado à cultura organizacional da Hydro, baseada no conceito de segurança coletiva e responsabilidade compartilhada entre empregados e empresas parceiras.
Entre as principais iniciativas adotadas pela mineradora estão a liderança ativa em campo, mentorias para novos empregados e acompanhamento contínuo das atividades operacionais. A empresa também reforçou a integração entre equipes técnicas, gestores e contratadas, ampliando a participação dos profissionais de segurança desde o planejamento até a execução das operações.
Outro diferencial apontado pela companhia é o modelo de gestão baseado em procedimentos padronizados e revisões permanentes dos processos produtivos, permitindo um “segundo olhar” sobre as atividades consideradas críticas.
A Mineração Paragominas também investe fortemente em capacitação. Anualmente, entre 20 mil e 30 mil horas são destinadas a treinamentos com simuladores voltados às normas de segurança e à excelência operacional.
As práticas diárias incluem reuniões operacionais de segurança, análises preventivas e levantamentos de potencial de fatalidade. O monitoramento constante das atividades busca ampliar a percepção de risco e estimular feedbacks contínuos entre as equipes.
Segundo Cícero Viana, os aprendizados obtidos em 2025 serão fundamentais para manter os resultados nos próximos anos.
“O fortalecimento das barreiras de proteção e o envolvimento das empresas parceiras fazem diferença para o sucesso das operações. Também é essencial promover uma liderança mais humanizada e manter as equipes permanentemente engajadas, porque a segurança de ontem não garante a de hoje”, destacou.
O executivo acrescenta que os avanços só foram possíveis graças aos investimentos em tecnologia, planejamento operacional e desenvolvimento humano.










